Nino pode voltar, Bernal a caminho do Betis e Gregory no radar: o xadrez do Flu no meio do ano

Nino pode voltar em julho! Sonho da torcida tricolor ganha força enquanto Bernal segue se firmando no meio-campo. Mercado 2026 esquentando 🔥

A janela doméstica fechou, mas o mercado do Fluminense não para. E olha, tem tanta coisa movimentando nos bastidores das Laranjeiras que dá para escrever um livro. Nino, Bernal, Gregory, Luiz Henrique — cada um com uma história diferente e todos com impacto direto no que a gente vai ver em campo na segunda metade da temporada. Vou tentar organizar esse caos todo aqui.

A meta de R$ 100 milhões e o que ela significa

A diretoria precisa levantar em torno de R$ 100 milhões em vendas de jogadores até o final do ano. Eu sei que ouvir isso dói, mas preciso ser honesto: sem esse fluxo de caixa, o clube não consegue se manter competitivo nem pagar as contas do elenco atual. É a realidade do futebol brasileiro, e o Fluminense não está imune a ela.

Os nomes que estão na vitrine para julho são Martinelli — que já recebe sondagens há meses — Riquelme e possivelmente o Canobbio, que deve se valorizar bastante dependendo do que fizer pela seleção uruguaia nas Eliminatórias. A saída de Diego Bernal para o Betis parece cada vez mais encaminhada, e aí eu fico com um sentimento misturado.

Perder o Bernal dói porque ele é exatamente o tipo de volante inteligente que o esquema do Zubeldía precisa. Mas se a venda vier com um valor bom e abrir espaço para uma contratação cirúrgica no meio de campo, dá para entender a lógica. O problema é quando a saída acontece e a reposição não chega — e aí a conta não fecha dentro de campo.

A meta é clara: R$ 100 milhões em vendas. O desafio é não vender o time titular e ainda assim equilibrar as contas. Esse é o xadrez que a diretoria precisa jogar bem em julho.

O sonho do retorno de Nino

Aqui eu vou ser o torcedor que não consegue ser completamente racional. Nino voltando ao Fluminense seria um dos momentos mais emocionantes dos últimos anos — e eu digo isso sem exagero. O cara é nosso capitão espiritual, ganhou a Libertadores com a camisa tricolor e nunca escondeu o desejo de voltar.

A informação que circula é que o Zenit pode aceitar negociar tanto Nino quanto Wendel no mercado de julho. O problema é o valor: fala-se em algo em torno de 15 milhões de euros para o zagueiro, o que é alto demais para a nossa realidade atual. E tem o Palmeiras rondando, com dinheiro para gastar e interesse declarado.

Eu torço para que o Flu entre nessa disputa de alguma forma — parcelamento, acordo criativo, o que for. Ver o Nino com a camisa do Palmeiras seria um soco no estômago que levaria rodadas para digerir. Se não dá para trazer agora, tudo bem. Mas que o clube pelo menos tente.

Luiz Henrique — esqueçam por ora

Já Luiz Henrique, pra mim, é um capítulo fechado para 2026. O Zenit estaria pedindo 40 milhões de euros para liberar o atacante, e esse valor está completamente fora da realidade do futebol sul-americano. Nem o Palmeiras, que é o clube com mais poder de fogo do Brasil hoje, vai sentar para discutir esse número.

Minha única preocupação com o Luiz Henrique é que ele não acabe em algum rival direto do Flu por um valor menor no futuro. Por enquanto, é torcer para que ele tenha uma boa temporada na Rússia e que o mercado esfrie esse pedido absurdo do Zenit.

Gregory — uma solução que faz sentido

Com a saída provável do Bernal, um nome aparece como oportunidade real: Gregory, 32 anos, volante que se destacou no Bahia e no Botafogo e que quer deixar o Qatar por conta da instabilidade na região. Muita gente vai torcer o nariz pela idade, mas eu acho que esse preconceito é injusto.

Gregory tem físico, tem experiência e sabe exatamente o que é jogar sob pressão no futebol brasileiro. Ele seria aquele volante de combate que entra para ganhar a bola, proteger a defesa e dar liberdade para os meias criarem. Não é um nome glamouroso, mas é exatamente o tipo de contratação inteligente que um clube que precisa equilibrar contas deveria fazer.

E enquanto os reforços não chegam, vale reconhecer o comprometimento de quem já está aqui. Savarino abriu mão da convocação pela Venezuela para focar na preparação física no CT Carlos Castilho. Isso diz muito sobre o quanto o jogador quer estar bem para o Fluminense — e é exatamente esse espírito que a gente precisa ver do elenco inteiro na maratona que vem aí.

O que esperar de julho

Vai ser um mercado movimentado, não tem como fugir disso. Saídas doloridas vão acontecer — provavelmente mais de uma. Mas se a diretoria usar o dinheiro com inteligência e trouxer reforços que realmente encaixem no sistema do Zubeldía, julho pode terminar com o Fluminense mais forte do que entrou.

Eu acredito nesse grupo. Acredito no trabalho que está sendo feito. Agora é acompanhar cada movimento do mercado com o coração na mão — que é exatamente o que a gente faz desde que escolheu torcer para esse clube. Bora, Flu! 🟢🔴⚪

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